fraqueza…
espero-te… e sei bem que eu só que te espero…
aqui me tens… constante e eterna é a expectativa!
por que hei de ser assim sempre ingênuo e sincero
por mais que experiência eu tenha, e a vida eu viva?
chegarás… e terás uma resposta esquiva
ao que te perguntar… e eu que tanto te quero
renderei novamente a minha alma cativa,
enquanto sorrirás feliz… e eu desespero…
há um imenso poder nessa tua humildade,
e esse teu ar de mansa ternura e meiguice
estraçalha aos teus pés toda a minha vontade…
que fazer? hei de sempre perdoar o que fazes…
e se choras, nem sei… esquecendo o que disse,
sou eu que enxugo o pranto e ainda proponho as pazes!
(J.G. de Araújo Jorge)
March 31, 2008 at 10:11 pm
Gil, tomei a liberdade de te indicar para um meme literário. Espero não ter sido “abusado” nesta indicação.
Grande abraço.
April 2, 2008 at 11:02 am
Gil, meu querido amigo, quanta paixão…ah, bem que eu também queria que alguém me amasse tanto assim. Aliás, quem não quer?
April 3, 2008 at 5:13 pm
Ler esse poema sobre o amor é como tactear com o olhar um mundo invisível.Perceptível apenas por alguém de alma tão generosa e bela.
É um prazer vir aqui ler-te!!!
beijinhos.